O coletivo recebeu uma doação de valores para a compra de material. Janete e Quitéria foram as compras... Isso é bom, pois mostra que algumas das participantes estão amadurecendo e já desenvolvem certa autonomia....
O grupo por um bom tempo ficou em ritmo lento... muitos encontros e pouca produção. Isso é o reflexo dos conflitos internos. Mas não avalio isso como prejudicial, pois em meus estudo sobre autogestão por vezes encontrei a afirmação que autogestão e conflitos andam juntos. O que não pode ocorrer é esse fato desarticular o grupo.
Mas agora o grupo volta a produzir, temos como meta participar do bazar de talentos que acontecerá no fim de agosto.
O Consulado da Mulher nos entregou o modelo do termo de cooperação que assinaremos com eles e também um modelo de termo de compromisso que o grupo assinará.
Este termo é uma forma jurídica que o grupo passa a assumir, digamos que é igual ao noivado. Os membros do grupo se declaram compromissados uns com os outros, para depois assumirem um nova forma jurídica - associação, cooperativa, etc.... com CNPJ e tudo mais...
O encontro com o Consulado e a aula sobre Ecosol foram muito importantes. O grupo assumiu uma nova postura, alguns membros passam a tomar iniciativas. Janete chamou um reunião para a segunda-feira seguinte para a discussão dos tremos de compromisso e cooperação, entretanto apenas 6 pessoas estiveram presentes, o que mostra que apenas 50% do grupo está envolvido.
Mesmo assim conversamos, discutimos o termo de compromisso.
Os objetivos do termo de Compromisso foram exposto: Cláusula 1ª - (...)
"proporcionar a integração e cooperação entre trabalhadoras e trabalhadores para, por meio do associativismo e autogestão, viabilizar o desenvolvimento de atividades produtivas e comerciais, promovendo qualidade no trabalho e na vida"
Surgiu duvidas em realção ao desligamento dos membros do grupo, e ficou a sugestão de formar um fundo para arcar com as despesas de registro de saída e entrada dos membros.
Algumas das participantes ficaram em dúvida se participariam ou não, ou seja, se assinariam o documento. Preferiram consultar seus companheiros. Entretanto foram 4 participantes que pediram algum tempo para decidir.
Por fim todas entregaram os documentos e assinaremos o documento em breve.
Depois da aula sobre Ecosol as 'meninas' estavam diferentes, pareciam mais animadas e também dispostas. Passaram a ter mais iniciativa e também propor como fazer as coisas.
Durante esses dias também participamos de bazares organizados pelo Consulado da Mulher e posteriormente de uma reunião de avaliação. Durante a reunião o Grupo fez suas observações, Janete se mostrou uma ótima porta voz, mesmo sem ir ao bazares sabia tudo o que havia acontecido. E para cada ponto que mencionava tinha um posicionamento crítico.
A novidade é que três pessoas que nunca participaram das atividades externas desta vez foram; o grupo é uma construção diária... todos os dias são novos desafios e conquistas.
Neste encontro também combinamos de formar uma comissão para participação dos Fóruns de Economia Solidária - municipal e estadual.
Economia popular e solidária João Cláudio Tupinambá Arroyo e Flávio Camargo Shuch.
A EcoSol está muito próxima da economia popular - mercadinho, quitandas, feirinhas
Quem faz essa economia? Desempregados, trabalhadores informais, quem faz bicos, pequenos empreendedores, ou seja, aqueles que estão à margem do sistema formal.
50% dos brasileiros fazem essa 'outra economia', proporcionam a circulação de riqueza e justiça social.
Economia popular - é o segmento de base do conjunto da economia; é aquela que atende às demandas imediatas da população e possui giro local, É a economia que sintetiza produção e consumo no giro, ou seja, é intrinsecamente distributiva. Por isso, é o segmento responsável por 60% dos postos de trabalho e pela criação de 95% dos novos postos. Além disso, é a que menos devasta o meio ambiente.
Economia Solidária (EcoSol)- é o projeto de economia organizada a partir do trabalho, e não do capital. Pode ser de pequeno ou grande aporte, como a Cooperativa de Mondragón, na Espanha que movimenta milhões de dólares por ano. Também pode ser de giro local e global. A economia solidária se estrutura a partir de empreendimentos que operam em qualquer dimensão de uma forma associativa, como cooperativa ou como associação, fórum, grupo, rede, etc. A partir de empreendimentos solidários articulados em redes surgem os mercados solidários: clube de troca, atacadão solidário, moeda social (cartão de crédito popular) e outras intervenções econômicas solidárias.
A EcoSol surge como contraposição ao modelo capitalista (neoliberal). A organização social se dá no sentido oposto ao da organização capitalista - individualista. Procura melhorar a qualidade de vida da população como um produto de um processo de desenvolvimento integrado e sustentável da sociedade.
Sociedades não capitalistas Processos produtivos mais equilibrados, construídos sobre acúmulos comunais e trocas que eram feitas de maneira coerente com base produtiva real e por meio do mutualismo igualitário que incluía a todos.
Organização social não possuidora de classes sociais e uma cultura econômica de subsistência baseada na inclusão de todos.
Cada membro da sociedade exerce papel importante, visando o bem estar coletivo e não apenas de um único indivíduo.
O legítimo avanço bem estar individual se este avanço for benéfico a todos, sem ameaçar os interesses coletivos.
O projeto "Escola Popular de Empreendedorismo Solidário" é uma iniciativa que pretende criar oportunidades de geração de renda para famílias residentes na região de Nova Contagem promovendo a inclusão social, o protagonismo, e o desenvolvimento pessoal e coletivo das comunidades atendidas levando-as à sustentabilidade econômica e social.
A série Comércio justo e solidário do canal Futura, mostra como produtores, comunidades e cidades, diante das dificuldades, foram à luta, superaram obstáculos e conquistaram resultado.
Episódio 5, ARTESOL. Uma ONG criada para ser uma espécie de atacadista de peças e artesanato produzidos em mais de 80 localidades em 17 estados brasileiros.
Neste episódio foi mostrada a comunidade de Massaranduba, Rio Grande do Norte e seu trabalho com trançado de palha de carnaúba.
Neste dia recebemos a visita de um grupo de defensores público de vários países da América Latina, que estavam em São Paulo e foram conhecer a Comunidade Jardim Pantanal e o trabalho realizado pelo Instituto Alana. Ronaldo levou-os até o ateliê que fica na Unidade da rua Borboleta Amarela.
As meninas apresentaram seus trabalhos, e até fizeram um comércio.
Encerramento do curso AIDA
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*Ao longo das três últimas décadas, trabalhando com o artesanato, tive o
privilégio de acompanhar sua evolução em diferentes lugares. Em alguns
momentos...
unfinished lines
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a primeira vez que usei estas palavras para dar nome a um quilt, foi há 3
anos, quando fiz esta peça inspirada numa música da Patti Smith. fiquei com
muita...
Sugestões para o Natal de 2011
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As miniaturas das Casas de Bonecas transformam-se em aneis para usar todos
os dias... mesmo depois de "crescidas"!!!
Materiais: Plástico, resina, metal e p...
INICIO
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Pessoal,
Devido ao grande succeso das Arte de Fitas. Resolvi reformular o blog para
melhor o acesso. Separei os produtos por paginas. Quero continuar
...